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Planta é usada na mineração de ouro em substituição ao mercúrio

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O projeto de lei para legalizar o garimpo no País deverá proibir o uso do mercúrio, que hoje é usado para separar o ouro da lama. De fato, a substância é tóxica, acaba indo para rios e solo e pode afetar a saúde dos trabalhadores. Para substituir esse elemento químico, algumas minas colombianas vêm utilizando […]

Planta é usada na mineração de ouro em substituição ao mercúrio
Planta é usada na mineração de ouro em substituição ao mercúrio

O projeto de lei para legalizar o garimpo no País deverá proibir o uso do mercúrio, que hoje é usado para separar o ouro da lama. De fato, a substância é tóxica, acaba indo para rios e solo e pode afetar a saúde dos trabalhadores. Para substituir esse elemento químico, algumas minas colombianas vêm utilizando com sucesso uma mistura de água com seiva de plantas.

Na região de El Chocó, há tempos os povos indígenas extraem ouro utilizando esse material. Hoje os ancestrais da população afro-colombiana que vieram para a região é quem trabalha nas minas e utiliza um método que remonta pelo menos a Roma antiga. 

A técnica que é chamada de mineração “ouro verde” usa apenas os métodos tradicionais dos antepassados, sem qualquer produto químico. O sedimento descartado é usado para remodelar o riacho e bancos, e depois replantar a terra minada com vegetação apuradas a partir da próxima área a ser minerada. 

O crescimento Tropical é tão rápido que, quando se anda por um riacho de ouro verde, a selva se torna mais espessa e as árvores maiores. Isso porque o ouro verde é separado por gravimetria, método que consiste em lavar o cascalho em uma panela para separar o ouro, despejar, e centrifugar. Tudo feito de maneira legal, de modo que o ecossistema sofra o mínimo impacto possível e possa se recuperar.