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TriStar-Projeto de Mineração Castelo dos Sonhos vale R$ 1,2 Bi para investidores

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De acordo com o artigo publicado no site Notícias da Mineração: considerando uma taxa de desconto de 10%, o valor presente líquido do projeto cai para US$ 233 milhões antes de impostos. A taxa interna de retorno (TIR) foi calculada em 51%, também antes do recolhimento de impostos. Segundo o estudo, a quantidade de ouro […]

De acordo com o artigo publicado no site Notícias da Mineração: considerando uma taxa de desconto de 10%, o valor presente líquido do projeto cai para US$ 233 milhões antes de impostos. A taxa interna de retorno (TIR) foi calculada em 51%, também antes do recolhimento de impostos.

Segundo o estudo, a quantidade de ouro recuperável ao longo da vida útil de 9,1 anos é de 1,1 milhão de onças (Moz). E o payback do empreendimento é de 1,9 ano.

“Este estudo mostra agora um caso base robusto e de baixo custo para o projeto de ouro de Castelo de Sonhos. Com o retorno em menos de dois anos e uma produção média de quase 160.000 onças por ano durante os primeiros quatro anos, o potencial notável deste projeto está entrando em foco. Pretendemos concluir novas sondagens em 2019 com o objetivo de aumentar mais a estimativa de recursos minerais”, disse Nick Appleyard, presidente e CEO da TriStar, em nota.

O custo desembolsável de produção foi estimada em US$ 660 por onça, enquanto que o custo operacional total (AISC) é de US$ 687 a onça.

O estudo econômico preliminar (PEA, em inglês) de Castelo de Sonhos tem como premissa o uso de uma empreiteira para operar a lavra a céu aberto usando equipamentos disponíveis no Brasil e em outras partes do mundo. A mina a céu aberto foi projetada com um ângulo de inclinação de 55 graus, altura de bancada de oito metros e uma rampa de acesso de 10%.

O material para processamento será britado e depois moído para até 150 mícrons antes de ser lixiviado em uma planta de Carbono em Polpa (CIP, na sigla em inglês). “Os rejeitos de processo serão armazenados em uma instalação projetada para os padrões internacionais de segurança”, diz a mineradora.

De acordo com a Tristar, a análise econômica inclui provisões para pagamentos intermediários previstos no contrato de compra original, bem como o fechamento e remediação de minas.

O PEA leva em conta um teor de corte de 0,3 gramas de ouro por tonelada e recursos minerais indicados de 17,7 milhões de toneladas a 1,2 g/t, contendo 0,7 Moz de ouro; e inferidos de 39,8 milhões de toneladas a 1,0 g/t, contendo 1,3 Moz de ouro.

https://www.noticiasdemineracao.com

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