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Indústria do ouro adota princípios de responsabilidade para a mineração

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O Conselho Mundial do Ouro (WGC, na sigla em inglês) convidou, nesta quinta-feira (12), seus membros e associados a respeitar novos princípios de responsabilidade na mineração, em particular para promover o respeito ao meio ambiente e aos direitos humanos. Os princípios têm a forma de compromissos não vinculantes e estabelecem normas sobre a governança equitativa, […]

Indústria do ouro adota princípios de responsabilidade para a mineração
Indústria do ouro adota princípios de responsabilidade para a mineração

O Conselho Mundial do Ouro (WGC, na sigla em inglês) convidou, nesta quinta-feira (12), seus membros e associados a respeitar novos princípios de responsabilidade na mineração, em particular para promover o respeito ao meio ambiente e aos direitos humanos.

Os princípios têm a forma de compromissos não vinculantes e estabelecem normas sobre a governança equitativa, os direitos humanos dos trabalhadores do setor e a proteção do meio ambiente.

As empresas que adotam os princípios se comprometem, entre outras coisas, a “opor-se categoricamente à corrupção, a respeitar os direitos humanos dos funcionários e das comunidades afetadas pelas atividades da companhia e a garantir a proteção dos ecossistemas frágeis afetados pelas atividades de mineração”, segundo o documento.

Em um comunicado divulgado à imprensa, o WGC afirma esperar que os “princípios se convertam em um marco reconhecido e confiável, por meio do qual as empresas de mineração possam garantir a produção responsável de seu ouro”.

Os princípios oferecem às empresas que optarem pela adesão “uma estrutura simples e direta, que permite maior confiança aos investidores, consumidores e agentes da cadeia de abastecimento”, afirmou um dos diretores da Comissão Central, Terry Heymann.

Segundo o diretor, o objetivo é que a lista se transforme em uma “nova norma para a indústria”. A aplicação completa pode demorar três anos.

No ano passado, a Bolsa de Metais de Londres (LME) propôs oficialmente aos usuários a adoção das normas éticas da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (OCDE) para garantir uma rastreabilidade mais eficiente das matérias-primas, como o cobalto.

Essas normas têm por objetivo garantir que as empresas que operam em zonas de conflito ou de alto risco “respeitem os direito humanos, evitem contribuir aos conflitos e contribuam positivamente a um desenvolvimento sustentável e equitativo”. As informações são da AFP.

Fonte: www.noticiasdemineracao.com